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Rodeio

"Rodeio é a cultura da violência e opressão. Queremos uma cutural de paz."
O que é:
Exploração de bovinos, equinos e caprinos para promover entretenimento e lucro.

rodeioO que ocorre:
- Treinos: Peões e vaqueiros declaram que refazem por diversas vezes o mesmo procedimento em busca de um melhor desempenho, o que revela a verdadeira dimensão do descaso de que são alvos os animais utilizados em rodeios. Alguns laçadores, por exemplo, não se constrangem em divulgar que não laçam menos de cem bezerros por dia, em treinos que se prolongam até a madrugada.

Os promotores de rodeio argumentam que precisam tratar seus animais bem para que eles sejam saudáveis e possam ser usados. Mas esta afirmativa é desmentida por uma declaração do Dr. T.K. Hardy, um veterinário e às vezes laçador de bezerros, feita à revista Newsweek: "Eu mantenho 30 cabeças de gado para prática, a U$200 por cabeça. Você pode aleijar três ou quatro numa tarde... É um hobby bem caro."

- Descorna: o chifre dos bovídeos, para a realização de determinadas provas, é cortado com a utilização de um serrote, sem anestésico, e causando sangramentos e dor aos animais. Mutilam e tiram sua natureza, para que o peão não seja ferido.

 - Tortura Prévia: Da necessidade de se forjar uma perseguição, reproduzindo na arena o que ocorre no campo, decorre a necessidade de sujeitar o animal à uma tortura prévia. Nas provas que simulam uma perseguição ao animal, como nas vaquejadas, nas provas de laço e na “bulldogging”, há necessidade de se criar, artificialmente, uma razão para que o animal adentre a arena em fuga, em momento determinado. Para tal, o animal é confinado em um pequeno cercado, onde é atormentado, encurralado, espancado com pedaços de madeira, e submetido a vigorosas e sucessivas trações de cauda antes de ser solto na arena.

- Transporte: O transporte não proporciona condições mínimas de segurança, sendo o embarque realizado de forma precária, com rampas de acesso inadequadas, o que sujeita o animal a fraturas.
São quilômetros de estradas percorridas. O animal permanece horas chacoalhando no caminhão, apertado aos outros, sem conseguir se mover. Enjôos, dores de cabeça, câimbras, fadiga... Pancadas a cada freada brusca e/ou curva... Terror... Desamparo... Fome, sede... Temperaturas intensas. Horas e horas... Ida e volta de diversas cidades. E entra no caminhão pela rampa improvisada... Quadrúpedes aterrorizados e debilitados tentando subir uma rampa em direção à uma caixa de privação... Dificuldades para entrar... Terror... Recebem uma ajuda para entrar mais rápido... Tem horas a cumprir... E pouca paciência... Choques... Pauladas... Espetões... É hora de descer... Descer de encontro aqueles que lhes torturam... Medo de sair dali... Mais tortura virá... Pauladas... Choques... Espetões... Mais horas de transporte... Mais tortura...



- Preparação: Abusos também ocorrem antes de o animal ser solto na arena. Por recusar-se a entrar no brete, pequeno cercado onde lhe é colocado o sedém e peiteira, o animal é submetido a toda espécie de tormentos, sendo espancado, recebendo golpes de varas pontiagudas, puxões e pontapés. O uso de bastão de choque é comum.

- Manejo: o manejo dos animais sempre ocorre à custa de extrema violência, desferindo-lhes chutes, socos, choques e pauladas. Lhe batem nos rostos, coluna, e muitas vezes lhes introduzem varas no anus.

- Quedas e Outros Acidentes: Ao corcovear de maneira desordenada, não raro, o animal vem a chocar-se contra as grades de proteção da arena. Assim, os animais são submetidos a constantes e sucessivas quedas, das quais podem decorrer ferimentos. Muitas vezes, o animal choca-se contra a estrutura de ferro, o que pode ocasionar-lhe a morte.

- Ruído: E o extremo ruído proveniente dos shows musicais e dos gritos incessantes do locutor, tudo em altíssimo volume, também são estressantes para o animal, cuja acuidade auditiva é muito superior à humana. Esse quadro ainda é agravado pela queima de fogos, que provoca intenso pavor nos animais.

- Privação de Sono: Há também a questão do horário em que os eventos são realizados, o que sujeita os animais à privação de sono. Em condições normais, o animal adormece pouco depois do entardecer, para só despertar com os primeiros raios do dia. Já os animais que são utilizados em rodeios são privados de sono até a madrugada, quando retornam do tal evento, tendo pois o seu período normal de sono de 12 (doze) horas reduzido para 4 (quatro) ou até 3 (três) horas.

- O Fim (Matadouros): O médico veterinário Dr. C.G. Haber, que passou 30 anos como inspetor federal de carne, trabalhou em matadouros e viu vários animais descartados de rodeios sendo vendidos para abate.
Ele descreveu os animais como, "tão machucados que as únicas áreas em que a pele estava ligada à carne eram cabeça, pescoço, pernas e abdome. Eu vi animais com 6 a 8 costelas quebradas à partir da coluna, muitas vezes perfurando os pulmões. Eu vi de 2 a 3 galões de sangue livre acumulado sobre a pele solta. Estes ferimentos são resultado dos animais serem laçados nos torneios de laçar novilhos ou quando são montados através de pulos nas luta de bezerros."

O que eles tentam alegar:

"Rodeio é esporte"
Animal não é atleta. O animal não está ali voluntariamente. Animal também não é equipamento esportivo.

"Rodeio é cultura"
Se tudo que é cultural for mantido, viveremos na época dos bárbaros, a época das trevas. O apedrejamento de mulheres e o corte de seus clítores, poderá ser defendido por ser cultural. Até a escravidão de outros povos e raças poderá ser defendido. A escravidão de animais de outras espécies, não pode continuar sendo defendida por ser cultural. A cultura ruim deve ser questionada e abolida. Deve-se ocorrer uma evolução moral, e assim cultural. A ética e o bem deve prevalecer.

"Outros esportes, como o hipismo, também usam animais, e podem ser ainda mais violentos"
Qualquer violência, opressão e exploração deve ser combatida, e não justificada por outra. Um crime não justifica o outro.

"O animal só trabalha pr 8 segundos"
Na industria do rodeios, o animal é um escravo. Portanto, fora do espetáculo, ele não vive livremente. Ele não vive para sua próprias razões. São mantidos em cárcere, em constante privação de sua vida natural. São insseminados artificialmente. Sofrem com deslocamentos de cidade para cidade. Sofrem nos treinamentos. Sofrem nos bastidores no evneto, muito mais que na arena. Etc.

"O sedém não aperta os testículos do animal"
Isso é verdade. O sedém aperta o pênis no animal, na virilha. Uma região extremamente sensível.

"Muito animal de rodeio é melhor tratado que muitos outros"
Mentira! Os animais tem uma vida totalmente artificial, de privação, violência física e psicológica. Quanto a abrigo, comida e veterinário, são apenas recursos para mantê-los vivos. Animal não é máquina para precisar apenas de manutenção.

"Melhor no rodeio que no abatedouro"
Quando esses animais não "lhes servem" mais, são assassinados em abatedouros. Os animais em rodeios, só sofrem por mais tempo, até que tenham o mesmo fim.

"Quem é contra rodeio, não sabe do que está falando, pois nunca foi em um"
Não é necessário ir em um rodeio para imaginar o que o animal passa. Basta sentir respeito e empatia. No entanto, há diversos vídeos e fotos na internet, registrados por ativistas de Direitos Animais em rodeios. É comum ativistas irem a rodeios para registrarem os maus tratos para gerar material probatório para denúncia. Veja alguns desses vídeos no final desta página.



Cartazes e panfletos:
Material com fins educativos. Para tal, é de livre reprodução de distribuição. Faça o download gratuito aqui, imprima, reproduza e distribua. Divulgue.

Campanhas a favor da paz:

Coletivo Vida (SP)
http://coletivovida.blogspot.com/2011/02/video-e-documentos-ineditos-sobre.html


Vídeos sobre a realidade dos rodeios

Ví¬deo produzido pela UIPA que dentre os 3.000 filmes concorrentes, ficou entre os 20 finalistas do festival de Cannes 2006:

Imagens de flagrantes feitos por ativistas em rodeio:

Rodeio em Seropédica, RJ

Rodeio em Assis, SP


Para refletir sobre tradições:

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