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Sete coisas que você precisa saber sobre testes em animais

cobaia1“No seu comportamento em relação aos animais todos os homens são nazistas. A presunção com a qual o homem pode fazer o que quiser com outras espécies exemplifica as teorias racistas mais extremas: a lei do mais forte”

1 – É cruel.

Os animais são submetidos à exposição de substâncias químicas e radioativas, privados dos seus habitats naturais, passam por privações sociais, são introduzidos nos seus organismos venenos e outras substâncias, são queimados, eletrocutados, afogados, cegos, incapacitados - tudo sem anestésicos para não interferir nos resultados. Para as empresas e cientistas que testam em animais, estes são um meio barato e rápido de fazer dinheiro.

2- É uma indústria.

De acordo com a Revista Galileu, a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, uma das maiores produtoras nacionais de ratos de laboratório, libera 170 mil animais por ano para experimentos. Eles podem ser pedidos por telefone ou e-mail. Fora do país, há empresas que até aceitam as compras online. Os ratinhos são vendidos ao preço médio de R$ 15 para os laboratórios, onde viverão em um ambiente enlouquecedoramente estéril e artificial e passarão por experimentos, como terem doenças introduzidas em seus corpos, serem obrigados a ingerir drogas ou induzidos a sentirem ansiedade, terror e estresse, até alcançarem uma morte serena — ou virarem comida de cobra. As fêmeas, como sofrem de alterações hormonais, viram "peças reprodutoras", onde tem seus úteros explorados, e os filhos retirados continuamente para virarem cobaias nos experimentos. A maior parte das ratinhas não sai do biotério. Se a ninhada de fêmeas for excessiva, elas podem ser sacrificadas ou virar alimento de outro animal. Depois de uma vida de privação e tortura, são descartados. Aos dois anos, os roedores já estão velhos como um humano de 80. Aí, há dois finais: a eutanásia ou virar refeição de cobras.

 


Macaco usado em Instituto de Neurologia na Alemanha, em 2008. Rato teve o cérebro exposto e fechado precariamente.


3- É desnecessário.
“A pesquisa científica com animais é uma falácia. As drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro" Ray Greek, médico.

Desoladora sequência de Mk1, um macaco utilizado para experimentação em Madrid (2010) e a progressão da deformação de sua coluna (cifoescoliose) depois da paraplegia que lhe foi induzida pelos cientistas. Abaixo, as colunas vertebrais extraídas de Mk1 y Mk2, depois de 14 meses de experimentação em sua jaula e que, finalmente,
foram mortos por injeção letal.


4- É improdutivo.

"Em muitos casos, a vivissecção é o único método no qual a inteligência científica recebe treinamento. (...) Os milhões de animais mortos para que tais artigos sejam publicados e para que seus autores os contabilizem em sua produtividade acadêmica, tiveram suas vidas destruídas para nenhum outro 'benefício humano', a não ser dar a seus autores o título de mestre e doutor, ou a concessão de bolsas de produtividade. São esses os reais 'benefícios humanos' da prática vivisseccionista, dos quais ninguém pode abrir mão?" Sônia T. Felipe, doutora em Filosofia Moral e Teoria Política pela Universidade de Konstanz; pós-doutorado em bioética com recorte em ética animal, Professora e pesquisadora da UFSC. Autora de, Ética e experimentação animal: fundamentos abolicionistas (Edufsc, 2007).

Sapo vivisseccionado. Rato pregado e aberto.

5- Boicote.

Há empresas que já não fazem mais testes em animais e você pode boicotar as que ainda fazem.


6- Métodos substitutivos.

Estudos clínicos, pesquisas in vitro, autópsias, acompanhamento do efeito de medicamentos após o lançamento no mercado, modelos computadorizados, pesquisas genéticas e epidemiologia não apresentam perigo para os seres humanos e propiciam resultados precisos sem terem de ser sacrificados animais.

7- Objeção de Consciência.

De acordo com a Constituição Federal, cada cidadão tem o direito de se recusar a fazer o que vai contra seus princípios, crenças e valores. Estudantes, independente do curso que fazem, não são obrigados a participarem de testes em animais, podendo pedir objeção de consciência, e recebendo um meio didático e avaliação alternativos. Essa atitude do estudante é muito importante, pois além de não estar fazendo algo contra seus princípios, está ajudando a mudar esse cenário do uso de animais em faculdades, fazendo com que os professores revejam seus métodos e elaborem uma didática mais ética e atualizada.

- Saiba mais sobre Métodos Substitutivos, Objeção de Consciência e artigos cietíficos contra testes em animais:
www.1Rnet.org

- Frente Brasileira pela Abolição da Vivissecção
http://www.fbav.org.br/


- Veja quais empresas ainda testam produtos e animais e boicote
http://www.pea.org.br/crueldade/testes/testam.htm

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