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Resgatei e agora?

8 passos para o resgate e adoção de animal:

resgatei1.    Se o animal está em uma situação que precisa de ajuda, ajude-o. Não espere por terceiros. Eles podem nunca chegar ou ser tarde demais para ele. Não espere por grupos, Ongs ou protetores independentes. Essas pessoas geralmente estão mantendo tudo com recursos próprios, e já a exaustão. Infelizmente a situação real é de um grande número de abandono e maus tratos, e essas instituições e pessoas não conseguem abarcar todos, por isso a importância de você ajudar o que apareceu no seu caminho. Além disso, animais de abrigos não são felizes e muitas vezes nem sadios. Muitos morrem de depressão, desnutrição, brigas, doenças, etc. É muito triste. Você não estará salvando a vida de um animal deixando-o em um abrigo.


2.    Animais abandonados na rua podem estar assustados e desconfiados (com razão), por isso podem estar ariscos. Você terá que ganhar a confiança dele. Leve petiscos, vá com calma e paciência. Faça carinho. Deixe-o a vontade até que comece a confiar em você. Outros simplesmente são carentes demais e vão correr para você pedindo que o leve. Apenas lhe dê o petisco e coloque a guia. Os que estiverem sentindo dor, como em fraturas, tendem a morder caso lhes toquem, por causa da dor. Nesse caso será preciso a focinheira. Caso o animal esteja fraturado, também leve uma tábua para servir de maca, pois será necessário o mínimo de movimentação para transportá-lo.

3.    Se você não pode ficar com o animal, pode ao menos dar lar temporário e, com dedicação e paciência, encontrar um adotante responsável para ele.  Nós podemos te ajudar a divulgar! Caso você não possa hospedar o animal resgatado em sua casa, aconselhamos a hospedá-lo temporariamente em hotéis e/ou clínicas veterinárias. Você também poderá verificar a possibilidade de hospedagem com algum vizinho, parente ou amigo próximo, se comprometendo a custear a alimentação do animal e qualquer outro custo gerado por este.


4.    Agora basta nutri-lo, hidratá-lo, higienizá-lo e aquecê-lo. Checar a saúde do animal levando-o ao veterinário. Vaciná-lo, vermifugá-lo e principalmente esterilizá-lo, evitando procriação e mais animais expostos aos maus tratos e abandono. Atendimento veterinário e esterilização gratuitos no Rio de Janeiro: http://www.rio.rj.gov.br/web/sepda * http://www0.rio.rj.gov.br/ijv/index.shtm * SUIPA: (21) 3297-8777

5.    Divulgue o pedido de adoção em redes sociais como o Facebook colocando boas fotos dele no seu perfil. Não esqueça de escrever na legenda da foto o nome do animal, idade aproximada, porte, a história dele (de forma objetiva), se castrado, vacinado e vermifugado, cidade, estado e contato! Veja AQUI 10 dicas de como divulgar animal para adoção no Facebook!  Mas cuidado! Não o divulgue em classificados! Animal não é produto, e isso acaba passando uma imagem ruim, chamando a atenção de adotantes que verão o animal dessa forma. Há sites para cadastrar o animal para adoção:

 


resgate


6.    Quando aparecer interessados, analise-os. Devem ser de confiança e ter condições de manter o animal adequadamente. A adoção responsável é primordial. Muitos se interessam em adotar, se mostram bons para nós e com o animal se comportam de maneira ruim. Se você entregá-lo para qualquer um, fará com que ele corra o risco de sofrer novamente. Além de fazer uma triagem com os interessados e pesquisar sobre eles, oriente-os sobre suas responsabilidades com o animal para toda a vida, para que a adoção seja consciente. Para isso, encaminhe antes de fechar a adoção o Perguntas Para Antes de Adotar e no ato da adoção o Termo de Responsabilidade do Adotante .

7.    Nunca pressione alguém a adotar. Adoção não deve ser urgente, deve ser consciente. Apenas doe o animal já esterilizado, independente de raça ou sexo. O agravante de doar um animal de raça sem estar castrado, é que a muitos fingem adotar por interesse em ajudar o animal e tê-lo como companhia, mas pegam para reproduzir e vender seus filhotes. O vira-lata pode não ser tutelado corretamente quanto ao controle de natalidade, e ter seus filhotes abandonados ou entregues a qualquer um, expondo-os a maus tratos. Nunca entregue o animal a menores de idade, sem o responsável junto, consentindo a adoção.

8.    Acompanhe a adoção. Peça para que o adotante lhe envie notícias e fotos de como está o animal.

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